Milhares de jovens anseiam pela entrada no mercado de trabalho. Isso significa liberdade, autonomia, sinal de crescimento pessoal e intelectual. Este verdadeiro rito de repetição que marca a passagem do ambiente familiar para o mundo profissional, porém, somente será uma experiência exitosa, nesta sociedade competitiva, mediante a parceria com a escola. Através de estágios são proporcionados inúmeros empregos para esse segmento ávido de uma oportunidade para mostrar talento. Na outra extremidade encontram-se as empresas, cujo contato com a escola permite a colocação, mediante destacado desempenho escolar. Isso significa um jovem melhor preparado, detentor do conhecimento e amadurecido emocional. Atingir metas que incluam o cumprimento de determinado número de horas não basta. É preciso deixar marcas positivas, ser um diferencial em relação à legião de candidatos potenciais que brigam por uma vaga. Para isso, o jovem precisa fazer a diferença, meta atingível somente através do estudo.
A era digital permite o acesso irrestrito de conteúdos, antes jamais sonhados. Isso, somado ao convívio familiar, social e escolar constitui condições propícias ao desenvolvimento intelectual sintonizado com as novas tecnologias. Portar-se com sobriedade no trabalho, desenvolver uma comunicação eficiente e dominar diversos assuntos – e línguas –, além de trabalhar em equipe, são requisitos indispensáveis para o sucesso profissional. Todos estes requisitos são viabilizados pela escola, nascedouro de talentos, potencializador de vocações por excelência. O jovem deve perseguir avidamente o emprego dos sonhos. É uma meta atingível. Mas além de querer, é preciso buscar aperfeiçoamento, perseguir o conhecimento, superar metas. Ler e estudar são obrigações de todos. É preciso ir além, ousar, superar-se. A escola, o mercado e o mundo dispõem, sempre, de vaga para os incansáveis na arte de aprender sempre.
Professora