Uma reunião a ser realizada na próxima quinta-feira (3) pela Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal) buscará diagnosticar as razões para as superlotações de hospitais da RMPA e desenvolver um plano de ação com soluções para a saúde para ser entregue, posteriormente, aos governos estadual e federal. Os prefeitos da região se encontraram nesta segunda-feira (31), na Capital, em Assembleia Geral Ordinária (AGO) que reelegeu o prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata (PDT), como presidente do Consórcio da Granpal.
O encontro desta quinta deve reunir os secretários de saúde dos 25 municípios da Região Metropolitana e diretores hospitalares. Conforme Marcelo Maranata, a reunião será para “entender o tamanho da dificuldade e poder pontuar aquilo que precisa ser feito urgente”.
Na avaliação de Maranata, há problemas estruturais e financeiros na saúde dos municípios da Região Metropolitana. “As duas coisas não podem andar separadas. Não adianta a gente botar mais dinheiro em Porto Alegre e não ter uma capacidade estrutural hospitalar para aguentar a demanda. É necessário investimento na Região Metropolitana, e estruturar os hospitais para que no médio e longo prazo a gente possa atender a demanda da população”, pontuou o prefeito.
Na avaliação de Maranata, há problemas estruturais e financeiros na saúde dos municípios da Região Metropolitana. “As duas coisas não podem andar separadas. Não adianta a gente botar mais dinheiro em Porto Alegre e não ter uma capacidade estrutural hospitalar para aguentar a demanda. É necessário investimento na Região Metropolitana, e estruturar os hospitais para que no médio e longo prazo a gente possa atender a demanda da população”, pontuou o prefeito.
O presidente do Consórcio da Granpal ainda realizou críticas ao programa Assistir, lançado pelo governo Eduardo Leite (PSDB) em 2021. Conforme Maranata, a “intenção foi boa, mas agora não está atendendo a população”. O programa Assistir reestruturou os repasses do Estado a municípios com gestões hospitalares próprias. Muitos gestores municipais, porém, vêm apontando problemas no modelo.
O prefeito de Guaíba também criticou o Piratini por não ter respeitado, nos últimos anos, o mínimo constitucional para a saúde. Os governos estaduais devem destinar pelo menos 12% da receita corrente líquida para esta área, o que não vem sendo aplicado nos últimos exercícios da gestão de Eduardo Leite.
Sobre isso, o presidente do Consórcio da Granpal disse estar em contato com o procurador-geral de Justiça do Estado, Alexandre Saltz, para auxiliar que se garanta o cumprimento do mínimo por parte do Piratini. “O Ministério Público está do lado dos prefeitos para que o Estado faça cumprir o mínimo constitucional, que é de 12%. E o Estado vem repetindo, ano após ano, e não batendo esta meta, e apenas 9%. E isso a gente está falando de bilhões para a saúde”, disse Maranata.
O prefeito de Guaíba também criticou o Piratini por não ter respeitado, nos últimos anos, o mínimo constitucional para a saúde. Os governos estaduais devem destinar pelo menos 12% da receita corrente líquida para esta área, o que não vem sendo aplicado nos últimos exercícios da gestão de Eduardo Leite.
Sobre isso, o presidente do Consórcio da Granpal disse estar em contato com o procurador-geral de Justiça do Estado, Alexandre Saltz, para auxiliar que se garanta o cumprimento do mínimo por parte do Piratini. “O Ministério Público está do lado dos prefeitos para que o Estado faça cumprir o mínimo constitucional, que é de 12%. E o Estado vem repetindo, ano após ano, e não batendo esta meta, e apenas 9%. E isso a gente está falando de bilhões para a saúde”, disse Maranata.