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Publicada em 31 de Março de 2025 às 08:44

Exército de Israel dá ordens para que maior parte de Rafah seja desocupada

A determinação vem durante o Eid al-Fitr, feriado muçulmano que marca o fim do mês de jejum do Ramadã

A determinação vem durante o Eid al-Fitr, feriado muçulmano que marca o fim do mês de jejum do Ramadã

EYAD BABA/AFP/JC
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Agências
 O exército israelense emitiu ordens para que a maior parte de Rafah seja desocupada nesta segunda-feira, 31. A cidade palestina fica ao sul da Faixa de Gaza. O ato indica a possibilidade de uma nova operação terrestre na região. A determinação vem durante o Eid al-Fitr, feriado muçulmano que marca o fim do mês de jejum do Ramadã.
 O exército israelense emitiu ordens para que a maior parte de Rafah seja desocupada nesta segunda-feira, 31. A cidade palestina fica ao sul da Faixa de Gaza. O ato indica a possibilidade de uma nova operação terrestre na região. A determinação vem durante o Eid al-Fitr, feriado muçulmano que marca o fim do mês de jejum do Ramadã.
• LEIA TAMBÉM: Netanyahu diz que líderes do Hamas podem sair de Gaza se grupo se desarmar

Israel encerrou o cessar-fogo contra o grupo terrorista Hamas no início deste mês, reiniciando os ataques aéreos e também por terra. No início de março, cortou todos os suprimentos de comida, combustível, remédios e ajuda humanitária para os cerca de 2 milhões de palestinos do território para pressionar o Hamas a aceitar mudanças no acordo de trégua.

O país prometeu intensificar suas operações militares até que o grupo terrorista libere os 59 reféns restantes que detém - dos quais se acredita estarem vivos 24.

Israel também exigiu que o Hamas se desarme e deixe o território; as condições não estavam incluídas no acordo de cessar-fogo e o Hamas as rejeitou.

No domingo (30), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que o país assumiria o controle da segurança em Gaza após a guerra e implementaria a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reassentar a população em outros países, descrevendo-a como "emigração voluntária".

Em maio do ano passado, Israel deixou grande parte da cidade em ruínas após investidas na região em que Rafah faz fronteira com o Egito.

As forças israelenses tomaram uma zona de amortecimento estratégica ao longo da fronteira e não se retiraram dela, como exigido no acordo de cessar-fogo. Israel disse que precisava manter uma presença lá para evitar o contrabando de armas.

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