O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, afirmou nesta segunda-feira, (17), que não foi convidado para as negociações entre os EUA e a Rússia sobre o acordo de paz na Ucrânia, que devem ocorrer nesta semana nos arredores de uma conferência na Arábia Saudita. O líder ucraniano reiterou o alerta de que não aceitará o resultado se não houver participação de autoridades ucranianas, ao falar com jornalistas em uma teleconferência.
• LEIA TAMBÉM: França confirma encontro de líderes europeus para discutir Ucrânia
Zelensy reforçou declarações da semana passada e disse que viajará para a Turquia ainda nesta segunda-feira e para a Arábia Saudita na quarta-feira (19), mas que as viagens não tem relação com as negociações planejadas entre EUA-Rússia e que não há planos para conversas com uma delegação ucraniana. Andriy Yermak, um dos principais conselheiros de Zelensky, disse que não há possibilidade de representantes ucranianos e russos se reunirem diretamente "até que desenvolvamos um plano" para acabar com a guerra e trazer uma "paz justa".
Também nesta manhã, Zelensky disse que o representante especial do presidente dos EUA, Donald Trump, para a Ucrânia e para a Rússia, Keith Kellogg, visitará o país em 20 de fevereiro e ficará por cerca de dois dias. O presidente ucraniano disse que quer ir com Kellogg até as linhas de frente de batalha contra os russos e que pretende realizar reuniões com o ministro de Defesa. "Acredito que ele não irá recusar", disse na teleconferência, segundo correspondentes da Interfax-Ucrânia.
Zelensy reforçou declarações da semana passada e disse que viajará para a Turquia ainda nesta segunda-feira e para a Arábia Saudita na quarta-feira (19), mas que as viagens não tem relação com as negociações planejadas entre EUA-Rússia e que não há planos para conversas com uma delegação ucraniana. Andriy Yermak, um dos principais conselheiros de Zelensky, disse que não há possibilidade de representantes ucranianos e russos se reunirem diretamente "até que desenvolvamos um plano" para acabar com a guerra e trazer uma "paz justa".
Também nesta manhã, Zelensky disse que o representante especial do presidente dos EUA, Donald Trump, para a Ucrânia e para a Rússia, Keith Kellogg, visitará o país em 20 de fevereiro e ficará por cerca de dois dias. O presidente ucraniano disse que quer ir com Kellogg até as linhas de frente de batalha contra os russos e que pretende realizar reuniões com o ministro de Defesa. "Acredito que ele não irá recusar", disse na teleconferência, segundo correspondentes da Interfax-Ucrânia.