Além da queda de árvores e galhos em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, a falta de energia elétrica ainda impacta mais de 92 mil clientes da CEEE Equatorial e da RGE na tarde desta terça-feira (10). A falta de energia impacta os serviços de saúde e transporte.
Na área de concessão da CEEE Equatorial, são 82 mil clientes sem energia elétrica, sendo Porto Alegre o município mais imparato, seguido por Eldorado do Sul. Em nota, a distribuidora reforça que o sistema já foi restabelecido para 178 mil clientes.
Já na área da RGE, são 10,5 mil clientes sem luz, conforme o último boletim, divulgado às 11h50 desta terça. A Região Metropolitana é a mais afetada, principalmente o município de Canoas. O número específico não foi divulgado.
Já na área da RGE, são 10,5 mil clientes sem luz, conforme o último boletim, divulgado às 11h50 desta terça. A Região Metropolitana é a mais afetada, principalmente o município de Canoas. O número específico não foi divulgado.
ETAs demoram mais de 16 horas para normalizar
Em Porto Alegre, quatro Estações de Tratamento de Água (ETA) chegaram a ficar sem luz, sendo elas: Moinhos de Vento, São João, Belém Novo e Ilhas. Segundo o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae), foram mais de 16 horas para todos os sistemas entrarem na “fase de normalização”, sendo a ETA São João a última.
Conforme o departamento, “quando as estações de tratamento param, os reservatórios secam, conforme o consumo na rede. Para que a água volte às torneiras, é necessário que essas estruturas recuperem o nível - e isso leva tempo”.
Ainda segundo o órgão, a água demora mais para chegar nos locais afastados dos bombeamentos. A resposta depende da velocidade com que a rede consome a água que sai das estações. Outros fatores surgem no meio do caminho - como, por exemplo, a entrada de ar na rede. Nas partes altas, o tempo é ainda maior em razão da velocidade de deslocamento, que é mais devagar.
Conforme o departamento, “quando as estações de tratamento param, os reservatórios secam, conforme o consumo na rede. Para que a água volte às torneiras, é necessário que essas estruturas recuperem o nível - e isso leva tempo”.
Ainda segundo o órgão, a água demora mais para chegar nos locais afastados dos bombeamentos. A resposta depende da velocidade com que a rede consome a água que sai das estações. Outros fatores surgem no meio do caminho - como, por exemplo, a entrada de ar na rede. Nas partes altas, o tempo é ainda maior em razão da velocidade de deslocamento, que é mais devagar.