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Publicada em 04 de Abril de 2024 às 15:52

Nome de Mercadante é citado no Planalto para Petrobras em meio à fritura de Prates

Integrantes do governo Lula (PT) passaram a cogitara possibilidade de o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, vir a suceder o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, caso ele seja afastado do cargo

Integrantes do governo Lula (PT) passaram a cogitara possibilidade de o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, vir a suceder o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, caso ele seja afastado do cargo

Marcelo Camargo/Agência Brasil/JC
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Folhapress
Integrantes do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passaram a cogitar, em conversas, a possibilidade de o presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Aloizio Mercadante, vir a suceder o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, caso ele seja afastado do cargo.De acordo com a colunista da Folha Mônica Bergamo, Prates pediu uma audiência com Lula para conversar sobre o bombardeio disparado contra ele por pessoas do próprio governo.
Integrantes do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passaram a cogitar, em conversas, a possibilidade de o presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Aloizio Mercadante, vir a suceder o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, caso ele seja afastado do cargo.
De acordo com a colunista da Folha Mônica Bergamo, Prates pediu uma audiência com Lula para conversar sobre o bombardeio disparado contra ele por pessoas do próprio governo.
Segundo aliados, o próprio presidente já teria admitido em conversas a possibilidade de demissão do comandante da empresa, tendo Mercadante como uma das hipóteses para seu lugar.
Contra a escolha, pesa uma possível reação negativa do mercado, além da necessidade de busca de um nome para o BNDES. Nelson Barbosa está sendo cotado para o posto.
Desde a crise dos dividendos extraordinários, Lula motiva Jean Paul Prates, que comanda a estatal, a resistir à fritura de adversários pelo cargo, enquanto pede que os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Alexandre Silveira (Minas e Energia) garantam mais atuação do governo na estatal.
Essa política de Lula abriu espaço para um processo de desgaste de Prates.

Em entrevista concedida a Folha, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, reconheceu haver conflito entre seu papel e o do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, mas diz ver as divergências como salutares e não pessoais.

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