A coreógrafa e bailarina Emily Borghetti e o fotógrafo e artista visual Lorenzo Beust sobem ao palco do Instituto Ling (rua João Caetano, 440) neste sábado (19), às 20h, para explorar as sonoridades, imagens e movimentos da cultura gaúcha contemporânea, expandindo os limites da tradição em uma apresentação inédita e gratuita. O espetáculo faz parte da terceira temporada do Frequências Sonoras, projeto com curadoria e produção de Bruno dos Anjos e Mauryani de Oliveira que promove o encontro entre artistas de diferentes estilos e linguagens em experiências únicas de troca. Os ingressos podem ser retirados sem custo a partir das 11h desta quinta-feira (17) no site www.institutoling.org.br ou na recepção do centro cultural.
Acompanhada pelo violonista de 7 cordas Neuro Júnior e pela pianista Dionara Fuentes, Emily trará a dança da chula como ponto de partida coreográfico, musical e de reflexão dos papéis definidos nos manuais das danças tradicionais gaúchas, passando por diversos ritmos que compõem esse universo. Durante a performance, Lorenzo construirá uma narrativa visual fazendo intervenções, através de suas fotografias, que trarão para a cena o imaginário agrário que retrata o interior gaúcho, entre os limites da realidade e da ficção. Essa será a terceira edição do Frequências Sonoras neste ano. A programação imersiva convida os espectadores a ampliarem a escuta e a percepção sensorial através da música e de suas adjacências artísticas.
Acompanhada pelo violonista de 7 cordas Neuro Júnior e pela pianista Dionara Fuentes, Emily trará a dança da chula como ponto de partida coreográfico, musical e de reflexão dos papéis definidos nos manuais das danças tradicionais gaúchas, passando por diversos ritmos que compõem esse universo. Durante a performance, Lorenzo construirá uma narrativa visual fazendo intervenções, através de suas fotografias, que trarão para a cena o imaginário agrário que retrata o interior gaúcho, entre os limites da realidade e da ficção. Essa será a terceira edição do Frequências Sonoras neste ano. A programação imersiva convida os espectadores a ampliarem a escuta e a percepção sensorial através da música e de suas adjacências artísticas.