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Peritos afirmam que Adélio Bispo tem doença mental, mas laudos divergem
Os dois laudos oficiais elaborados por peritos judiciais sobre a sanidade mental de Adélio Bispo, que praticou atentado contra Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG) em setembro, têm divergências que motivaram pedido de esclarecimento do Ministério Público Federal (MPF).
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Os dois laudos oficiais elaborados por peritos judiciais sobre a sanidade mental de Adélio Bispo, que praticou atentado contra Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG) em setembro, têm divergências que motivaram pedido de esclarecimento do Ministério Público Federal (MPF).
O processo contra Adélio está suspenso até que seja atestada ou não sua sanidade mental. Três laudos já foram elaborados no caso. O primeiro, um laudo particular apresentado pela defesa, provocou pedido de uma avaliação judicial oficial. O segundo laudo foi produzido por um psicólogo a pedido dos dois peritos nomeados pela Justiça Federal para a avaliação da sanidade do réu. Esse documento seria um apoio ao terceiro e definitivo laudo, este assinado pelos próprios peritos, psiquiatras de formação.
Segundo o procurador, são esses dois últimos documentos - um laudo psicológico e um psiquiátrico - que contém divergências. Um deles diz que Adélio foi diagnosticado com "transtorno delirante permanente paranoide". Tanto o laudo da defesa do agressor quanto o laudo final da Justiça apontam doença mental, mas divergem no grau da sanidade.
Caso a insanidade fique comprovada, Adélio poderia se tornar inimputável e cumprir pena em um manicômio judiciário.