Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 16 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Alterada em 16/05 às 18h53min

Dólar avança ante euro, de olho nos sinais da política da Itália

O dólar se valorizou em relação ao euro, com a moeda comum sob pressão diante do quadro na política italiana. Além disso, o dólar recuou levemente em relação ao iene, mas se apreciou ante várias divisas de países emergentes e ligados a commodities.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar caía a 110,32 ienes e o euro recuava a US$ 1,1802.
O índice DXY, que calcula a variação do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, subiu 0,19%, a 93,392. Ele chegou a operar com mais força durante a manhã, porém perdeu fôlego mais para o fim do pregão.
O motivo para o movimento foi o euro. A moeda comum foi penalizada diante do risco de uma plataforma populista no próximo governo da Itália, porém os dois partidos que negociam uma coalizão, a Liga e o Movimento 5 Estrelas, negaram relatos de que pudessem ameaçar deixar o euro e exigir um corte na dívida do país, o que acalmou o quadro no câmbio.
Além disso, analistas avaliavam o quadro geopolítico, em meio a novas dúvidas sobre a reunião do presidente americano, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. O regime de Pyongyang ameaçou cancelar o encontro, após a notícia de que os EUA e a Coreia do Sul devem realizar exercícios militares.
Também segue no radar o diálogo previsto para esta semana entre os americanos e a China. O governo Trump deseja obter vantagens no comércio, para reduzir o déficit com os chineses. Caso não saia um acordo, o presidente dos EUA ameaça adotar retaliações, que poderiam obscurecer o quadro no comércio global.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia