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Porto Alegre, quarta-feira, 16 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 16/05 às 17h32min

Bolsas de Nova Iorque sobem, monitorando relações comerciais entre EUA e China

Os mercados acionários americanos encerraram o pregão desta quarta-feira em alta, com os investidores monitorando o noticiário sobre as relações comerciais entre Estados Unidos e China. No entanto, os agentes mantiveram a preocupação com condições financeiras mais rígidas em solo americano, que resultaram em ordens de venda na terça-feira.
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,25%, aos 24.768,93 pontos; o S&P 500 subiu 0,41%, aos 2.722,46 pontos; e o Nasdaq ganhou 0,63%, aos 7.398,30 pontos.
Nos últimos dias, os investidores têm se concentrado em preocupações com a inflação e com um cenário de elevação das taxas de juros, o que deixaria os custos dos empréstimos mais altos. No entanto, alguns analistas esperam que os resultados das empresas e os dados econômicos fortes nos EUA impulsionem as ações para frente. Os lucros das empresas estão crescendo no ritmo mais rápido em anos, e alguns esperam uma onda de recompra de ações para alimentar os principais índices acionários americanos.
Embora o rendimento da T-note de 10 anos tenha atingido seu nível mais alto desde 2011 nas duas última sessões, alguns analistas não acreditam que essa marca seja alta o suficiente para prejudicar as ações no longo prazo. "Não acreditamos que esses níveis específicos ditem o fim da expansão econômica. São apenas os mercados que precisam se sentir confortáveis e se ajustar a um regime de juros mais elevados", disse o diretor de investimentos da Clarfeld Financial Advisors, Michael Hans.
Também nesta quarta-feira, os agentes monitoraram as relações comerciais entre Washington e Pequim. Relatos de que o diretor do Conselho de Comércio da Casa Branca, Peter Navarro, não estará nas conversas entre autoridades americanas e chinesas em Washington nesta semana apoiaram os índices. Além disso, de acordo com rede de TV americana CNBC, o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, se disse otimista de que um acordo comercial pode ser atingido entre os dois países. 
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